"Cuidar de quem cuida da gente"

Como todos sabemos, estamos vivenciando a pandemia da COVID-19, que acomete o planeta com uma gravidade ainda não experenciada em nossa história recente.

 

Este projeto de pesquisa está se propondo a investigar a saúde mental dos profissionais que trabalham em ambiente hospitalar e UPAs para que se conheça a realidade do que está sendo vivenciado e para que se possam elaborar políticas públicas que minimizem o sofrimento e que reduzam o desenvolvimento de patologias graves como o transtorno do estresse pós-traumático. 

Se você é um destes profissionais, clique aqui e preencha o formulário.

Quem somos

O presente trabalho envolve colaboração entre as Universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) ,  Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

Nossa equipe:

Leticia de Oliveira

 

Possui mestrado e doutorado na área de Neurofisiologia. Pós-doutora pelo Kings College London (Inglaterra) na área de Neuroimagem Funcional e Machine learning (sub-área da Inteligência Artificial). Atualmente é professora titular da Universidade Federal Fluminense, Honorary Senior Research Associate na University College London e coordenadora da área biológicas da FAPERJ. Coordenadora do projeto PSIcovidA.

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5707289165104926

Mirtes Pereira

Possui mestrado e doutorado na área de neurociências e comportamento, ambos no programa de pós-graduação do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho-UFRJ. Possui pós-doutorado pelo  Departamento de Psicologia da University of Maryland. Atualmente é Professora Associada IV da Universidade Federal Fluminense, faz parte do corpo docente permanente da Pós-graduação em Neurociências (HUAP) e coordena o programa em Pós-graduação em Ciências Biomédicas (Fisiologia e Farmacologia). Coordenadora do projeto PSIcovidA.

 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3724928410617721  

Mauro Mendlowicz

Possui doutorado em Psiquiatria e Saúde Mental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994). Pós-doutorado pela University of California at San Diego (1996-1998). Atualmente é professor associado da Universidade Federal Fluminense. 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5365289174073839

Eliane Volchan

Mestre em Ciências Biológicas (Biofísica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1980) e doutora em Ciências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1986). Realizou pós-doutorado na Rockefeller University (Nova York, EUA). Professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, chefe do Laboratório de Neurobiologia do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da UFRJ, membro do Laboratório Integrado de Pesquisa do Estresse (LINPES/UFRJ) do Instituto de Psiquiatria da UFRJ e membro associado do NIMH Center for the Study of Emotion and Attention (Gainesville, EUA).

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3312676963198486

Ivan Figueira

Possui doutorado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993) e pós-doutorado pela UFRJ (1999). Atualmente é Professor Associado da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Coordenador da Área de Psiquiatria da Pós-graduação em Psiquiatria e Saúde Mental do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB). Coordena também o Laboratório Integrado de Pesquisa do Estresse - LINPES, do IPUB. 

 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5344892572179842  

William Berger

Possui mestrado (2006) e doutorado (2011) em Psiquiatria e Saúde Mental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ). Atualmente é professor adjunto de Psiquiatria do IPUB/UFRJ, além de coordenador e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria e Saúde Mental (PROPSAM) desta mesma faculdade. 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6048440640564876

Mariana da Luz

Possui mestrado e doutorado em Psiquiatria na Universidade Federal no Rio de Janeiro (2010 e 2014, respectivamente). Possui residência médica em Psiquiatria e Psiquiatria Geriátrica pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente é médica assistente e preceptora da residência médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4389451719079481

Liliane Vilete

Possui residência médica em Psiquiatria pelo Instituto de Psiquiatria - IPUB/UFRJ; mestrado e doutorado em Saúde Pública, subárea Epidemiologia, pela Escola Nacional de Saúde Pública - Fundação Oswaldo Cruz. Atualmente é médica psiquiatra da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3966810129700211

Fátima Erthal

Mestre em Ciências Biológicas - Fisiologia (2004) e Doutora em Ciências (2008) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pós-doutorado em Neuroimagem Funcional no Laboratório de Neurobiologia (2010-2011) da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora adjunta da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2986344458571411 

Izabela Mocaiber

Graduada em Nutrição pela Universidade Federal Fluminense (2004), mestre em Ciências Biológicas (Fisiologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2005) e doutora em Ciências Biológicas (Fisiologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009), com período sanduíche pela Universidad de Granada, Espanha. É professora associada da Universidade Federal Fluminense, campus Rio das Ostras. 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1201104559402620

Gabriela Souza

Possui mestrado (2004) e doutorado (2008) em Ciências Biológicas (Fisiologia) pelo Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho - UFRJ e pós-doutorado pelo Instituto de Psiquiatria - UFRJ (2009). Atualmente é professora associada I do Departamento de Ciências Biológicas na UFOP. Contribuirá na divulgação da pesquisa e na análise dos resultados e escrita de artigos para publicação.

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6340524981545567

Roberta Benitez

Possui mestrado em Epidemiologia pelo Instituto de Medicina Social da UERJ (2008) e doutorado em Epidemiologia pelo Instituto de Medicina Social da UERJ (2013). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3423088966157066

Liana Portugal

Mestre em Neuroimunologia na Universidade Federal Fluminense (2006) e Doutora em Neurologia/Neurociências pela mesma instituição (2012). Possui pós-doutorado pela University College London (UCL, Londres, Reino Unido, 2012-2014) onde obteve experiência na metodologia de reconhecimento de padrões aplicada a ressonância magnética funcional (fMRI). Atualmente é bolsista PNPD pelo programa de pós-graduação em Ciências Biomédicas (Fisiologia/Farmacologia) e Honorary Research Associate na University College London.  

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7311316871993184

Raquel Gonçalves

Possui mestrado em psicologia pelo Instituto de Psicologia da UFRJ (IP/UFRJ) e doutorado em Saúde Mental pelo Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB/UFRJ). Atualmente cursa o pós-doutorado em Ciências Biomédicas (Fisiologia e Farmacologia) no Laboratório de Neurofisiologia do Comportamento (Universidade Federal Fluminense) e é professora de pós graduação da Universidade Salgado de Oliveira. É terapeuta certificada pela Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC) e membro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia (ANPEPP).

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8396030315852339

Camila Gama

Mestre em Neurociências pelo programa de pós–graduação em Neurologia e Neurociência do Hospital Universitário Antônio Pedro - HUAP. Atualmente é doutoranda do programa de pós–graduação em Neurologia e Neurociência do Hospital Universitário Antônio Pedro - HUAP). É psicóloga clínica com ênfase em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), Terapia do Esquema, Psicofisiologia e Comportamento e Psicologia Infanto-Juvenil. 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3432667459951923

Emmanuele Santos

Graduanda em Ciências Biológicas (Bacharelado) pela Universidade Federal Fluminense - UFF. Atualmente é aluna de Iniciação Científica no Laboratório de Neurofisiologia do Comportamento (LABNEC-UFF). 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8615513213704297

Sérgio de Souza Júnior

Graduando em Psicologia pela Faculdades Integradas Maria Thereza (FAMATh). Atualmente Bolsista de Iniciação Científica (FAPERJ) no laboratório de Neurofisiologia do Comportamento (LABNEC) da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9009024827126297

Principais Publicações

VOLCHAN, E.; ROCHA-REGO, V.; BASTOS, A. F.; OLIVEIRA, J. M.; FRANKLIN, C.; GLEISER, S.; BERGER, W.; SOUZA, G. G. L.; OLIVEIRA, L.; DAVID, I. A.; ERTHAL, F. S.; PEREIRA, M. G.; FIGUEIRA, I.  Immobility reactions under threat: a contribution to human defensive cascade and PTSD. Neuroscience and Biobehavioral Reviews, v. 76 (Pt A), p. 29-38, 2017.

BASTOS, ALINE F. ; VIEIRA, ANDRE S. ; OLIVEIRA, JOSE M. ; OLIVEIRA, LETICIA ; PEREIRA, MIRTES G. ; FIGUEIRA, IVAN ; ERTHAL, FATIMA S. ; VOLCHAN, ELIANE. Stop or move: Defensive strategies in humans. Behavioural Brain Research, v. 302, p. 252-262, 2016.

LOBO, ISABELA ; PORTUGAL, LIANA CATARINA ; FIGUEIRA, IVAN ; VOLCHAN, E. ; DAVID, ISABEL ; PEREIRA, M G ; DE OLIVEIRA, LETICIA. EEG correlates of the severity of posttraumatic stress symptoms: A systematic review of the dimensional PTSD literature. Journal of Affective Disorders (Print), v. 183, p. 210-220, 2015.

LOBO, ISABELA ; DAVID, ISABEL A. ; FIGUEIRA, IVAN ; CAMPAGNOLI, RAFAELA R. ; VOLCHAN, E. ; PEREIRA, M G ; DE OLIVEIRA, LETICIA . Brain reactivity to unpleasant stimuli is associated with severity of posttraumatic stress symptoms..Biological Psychology, v. 103, p. 233-241, 2014.

OLIVEIRA, L.; MOCAIBER, I. ; DAVID, I.A. ;ERTHAL, F.;VOLCHAN, E.; PEREIRA, MIRTES G. . Emotion and attention interaction: a trade-off between stimuli relevance, motivation and individual differences. Frontiers in Human Neuroscience, v. 7, p. 7, 2013.

FERNANDES, O. ; PORTUGAL, L. C. L. ; ALVES, R. C. S. ; CAMPAGNOLI, R. R. ; MOCAIBER, I.; DAVID, I. A. ; ERTHAL, F. C. S. VOLCHAN, E.; DE OLIVEIRA, L.; PEREIRA, M.G. . How you perceive threat determines your behavior. Frontiers in Human Neuroscience, v. 7, p. 1-10, 2013.

PORTUGAL, L.C.; PEREIRA, M.G.; ALVES, R.C.S.; TAVARES, G. ; LOBO, I. ; ROCHA-REGO, V.; MARQUES-PORTELLA, C.; MENDLOWICZ, M.V.; COUTINHO, E.S.; FISZMAN, A.; VOLCHAN, E.; FIGUEIRA, I.; OLIVEIRA, L. . Peritraumatic tonic immobility is associated with posttraumatic stress symptoms in undergraduate Brazilian students. Revista Brasileira de Psiquiatria, v. 34, p. 60-65, 2012.

ROCHA-REGO,V.; Pereira, M. G.; Oliveira, L.; Mendlowicz, M. V. ; Fiszman, A. ; Marques-Portella, C.; BERGER,W.; Chu, C.; JOFILY, M.; Moll, J.; Mari, J.J.; FIGUEIRA,I.; VOLCHAN,E. Decreased Premotor Cortex Volume in Victims of Urban Violence with Posttraumatic Stress Disorder. Plos One, v. 7, p. e42560, 2012.

VOLCHAN, E.; SOUZA, G.G.L.; FRANKLIN, C. ; NORTE, C.E.; REGO, V. R. ; OLIVEIRA, J.M. ; DAVID, I. A. ; MENDLOWICS, M.; COUTINHO, E.F.S. ; FITZMAN, A. ; BERGER, W. ; MARQUES-PORTELA, C. ; FIGUEIRA, I.  Is there tonic immobility in humans? Biologial evidence from victms of traumatic stress., Biological Psychology, v. 88, p. 13-19, 2011.

ROCHA-REGO, V. ; FISZMAN, A. ; PORTUGAL, L. ; PEREIRA, M.G.; OLIVEIRA, L.; MENDLOWICZ,M., V. ; MARQUES-PORTELLA, C. ;BERGER, W.; FREIRE, C., E.S.;MARI, J.J.,FIGUEIRA, I. VOLCHAN, E.. Is tonic immobility the core sign among conventional peritraumatic signs and symptoms listed for PTSD?. Journal of Affective Disorders, v. 115, p. 269-273, 2009.

Aprovação no comitê de Ética

Esta pesquisa teve seu projeto avaliado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal Fluminense (CEP-UFF) e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), tendo seu parecer aprovado pelo número 4.063.653.  

Ajuda Psicológica

Orientações para a Preservação da Saúde Mental Durante a Atuação na Pandemia pela COVID-19

Em momentos de grave crise como o que estamos vivenciando, é esperado que se experimente emoções desagradáveis, tais como medo, ansiedade, preocupação, irritação, raiva, tristeza, culpa. Essas emoções tem o potencial de nos proteger (por exemplo, o medo faz com que você não esqueça dos equipamentos de segurança), mas senti-las de forma crônica pode ter impacto negativo no humor, dificultar sua atuação no trabalho e nas relações com outras pessoas.

Por isso, unimos algumas informações baseadas em evidências científicas que podem contribuir para a manutenção do equilíbrio emocional durante este período:

  • Procure aceitar e validar as suas emoções. Uma postura de auto-acolhimento costuma ser mais saudável do que tentar ignorar, negar ou abafar o que se sente. Dar espaço para que essas emoções aflorem ajuda a processar a experiência de forma mais saudável e conduz a ações mais sensatas e voltadas para solução de problemas. A tentativa de negação tende a exacerbar as emoções e aumenta as chances de extremos como impulsividade ou paralisação.

  • Cuide-se. Além dos cuidados para a prevenção de contaminação, busque minimamente se nutrir de atividades que te geram bem-estar. Apesar de ser difícil despender tempo para ações de autocuidado, poucos minutos de leitura leve, exercício físico, assistir a séries ou filmes, ouvir música ou podcasts etc podem te ajudar a separar o momento do trabalho da restauração pessoal.

  • Utilize técnicas de manejo da ansiedade. Alterações voluntárias na nossa respiração são capazes de modificar intensamente estados emocionais. Tente diminuir a velocidade da sua respiração, inspirando pelo nariz em três tempos e expirando longa e suavemente em seis tempos (você pode reduzir esta razão para 2/4 inicialmente e aumentar gradualmente conforme for se aprimorando na técnica). Procure deixar fluir a respiração de modo que não haja sensação de ar “preso” na garganta ou na parte superior do tórax. A expansão dos pulmões durante a inspiração lenta deve vir com a sensação de expansão de todas as costelas, até a lateral do tórax. Associe a expiração à calma, relaxamento. Alternativamente, você pode baixar um aplicativo de meditação, selecionar as que induzem estados de relaxamento e praticar quantas vezes ao dia o seu tempo permitir.

  • Contar com uma rede de apoio pode ser uma ferramenta excelente na prevenção de problemas emocionais decorrentes de situações traumáticas. Este apoio pode vir de um familiar, amigo, da própria equipe de trabalho ou de profissionais especializados. Caso sinta que seus limites emocionais estão se esgotando, lembre-se que você pode buscar ajuda. Ao final desta seção, listamos alguns contatos profissionais a que você pode recorrer.

  • A forma como interpretamos as situações influencia nossos sentimentos e ações. No atual momento do seu trabalho, você pode não conseguir salvar algumas vidas, ter que fazer escolhas difíceis entre prestar socorro a um ou outro paciente, paralisar ou cometer erros em situações extremas, não conseguir cumprir seu juramento profissional algumas vezes, correr o risco de um familiar se contaminar com o vírus trazido do hospital etc. Essas situações podem ativar pensamentos disfuncionais a respeito de si mesmo, do mundo, do futuro e das outras pessoas, o que pode gerar e potencializar emoções como culpa, raiva, medo, tristeza, vergonha. As mesmas situações vistas por ângulos diferentes podem não impedir que essas emoções cheguem até você, mas são capazes torná-las menos extremas e duradouras e conduzir a estratégias de enfretamento mais efetivas na proteção da saúde mental. Um ponto de partida para ressignificar esses acontecimentos é pensar que você está fazendo o melhor que pode com o pessoal e recursos disponíveis. Ninguém tem o controle absoluto do que está acontecendo. Em algum ponto no futuro a COVID-19 não será mais uma ameaça e você terá a oportunidade de reprocessar o que está vivenciando e construir uma vida com mais significado pessoal. Invista no que você tem controle, ou seja, nas preocupações que podem produzir ações efetivas nesse momento.

Encaminhamentos para grupos de Atendimento Psicológico Online

1. Agir para Salvar Vidas

Através de uma plataforma, de acesso gratuito, conectamos profissionais da Saúde Mental para atender voluntariamente todos na linha de frente contra o Covid-19. Queremos apoiar você,profissional da Saúde! Gostaria de fazer parte? Inscreva-se nos formulários.https://www.agirparasalvarvidas.com.br/

 

2. Psicólogos contra a COVID-19

Atendimento psicológico online para profissionais de saúde

Laura Labanca: (21)98919-1994

Luiza Peña: (21)99859-1919

 

3. Laboratório de Pesquisa e Intervenção Cognitivo-Comportamental (LaPICC-USP)

Como parte do Departamento de Psicologia, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), oferece atendimento de apoio em grupo visando auxiliar nesse momento de crise que estamos vivendo.

 

O presente atendimento não substitui o seu tratamento psicológico em andamento, trata-se de intervenção de apoio para manejo da situação de crise.

 

Para se inscrever é necessário preencher esse formulário que se encontra no link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScN44mEm346ezJcowEsQkP_mBTswD578XkKtBmiVR21 LcqZnA/viewform e aguardar o contato de um dos integrantes do laboratório.

 

Existem vagas para os 7 diferentes grupos descritos abaixo:

 

A-Terapia Focada na Compaixão (protocolo com teoria, exercícios e práticas meditativas para auxiliar na saúde mental em momentos de crise)

 

B-Manejo de ansiedade e estresse para profissionais de saúde (esse grupo é destinado para profissionais/equipe de saúde que estão atuando na linha de frente no combate à COVID-19)

 

C-Manejo de ansiedade geral e estresse (esse grupo se destina a desenvolver apoio para manejo de ansiedade e estresse em adultos em geral, além de manejo das dificuldades na rotina)

 

D-Manejo de ansiedade e estresse para professores (esse grupo se destina a manejo de ansiedade e estresse relacionados às atividades dos professores durante a pandemia, além de manejo das dificuldades na rotina)

 

E-Orientação para pais e filhos em tempos de isolamento social (esse grupo se destina a pais de crianças e adolescentes a fim de discutir estratégias de manejo para lidar com a fase de isolamento social, além de manejo das dificuldades na rotina)

F-Manejo de ansiedade e estresse para adolescentes (esse grupo se destina a manejo de ansiedade, estresse, frustração e tédio dos adolescentes durante a pandemia, além de manejo das dificuldades na rotina)

 

G-Manejo de ansiedade e estresse para estudantes universitários (esse grupo se destina a manejo de ansiedade, estresse, frustração e tédio dos estudantes universitários durante a pandemia, além de manejo das dificuldades na rotina) Todos os grupos são voltados para maiores de 18 anos, com exceção do grupo de adolescentes. Para este último grupo, a idade mínima é de 14 anos.

 

4. Somos Todos Um - Grupo de Suporte em Saúde Mental para profissionais de saúde durante a Pandemia de COVID-19

Grupo composto por profissionais de saúde mental (psiquiatras e psicólogas especializadas em terapia cognitivo-comportamental), com formação acadêmica no nível de pós-graduação (especialização, mestrado ou doutorado) e experiência clínica no atendimento de adultos.

Oferece atendimento online voluntário aos profissionais da área de saúde que estejam atuando nas emergências e UTIs dos hospitais de Niterói/RJ durante a pandemia do COVID-19.

Como participar:

Os interessados deverão enviar e-mail para equipe.somostodosum@yahoo.com colocando o seu nome completo, telefones para contato e formação profissional, para que - no prazo máximo de 48h – possamos retornar o contato. É necessário: (a) Ser médico, enfermeiro, técnico de enfermagem ou fisioterapeuta; (b) ter acima de 18 anos; (c) não estar sendo atendido por psicólogo e/ou psiquiatra no momento; d) ter o horário compatível com profissional do SOMOS TODOS UM; (e) dispor de celular ou computador a ser usado em local com privacidade para o atendimento por videoconferência. O aplicativo a ser utilizado será definido em consenso com nossa equipe e o profissional que deseja o atendimento.

As vagas são limitadas e a duração do atendimento prestado será avaliada, caso a caso, respeitando o critério de que cada profissional atendido possa usufruir dos nossos serviços por até 2 (dois) meses de atendimentos semanais, para que possamos contemplar, com a nossa ajuda, o maior número de pessoas possível.

 

5. Atendimento psicológico ao profissional de saúde

O instituto Anatta oferece consulta gratuita, por modalidade on-line, podendo ser Skype ou WhatsApp, para o acolhimento aos profissionais de saúde envolvidos no combate à COVID-19. As consultas poderão ser usadas para falar sobre qualquer desdobramento da vida profissional que será vivenciada durante o período de pandemia.

Entre em contato para maiores informações via direct @institutoanattaou e-mail: institutoanatta@gmail.com.

email

©2020 produzido pelo grupo de pesquisa PSIcovidA.